Valmet consolida liderança no mercado Tissue com bens de capital eficientes, inovadores e sustentáveis

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Segundo levantamento da Valmet, a produção de celulose aumentará em torno de 20% até o ano de 2025 no país. Mundialmente, a finlandesa entregou 11 exclusivas máquinas de dupla largura com tecnologia inovadora e custo energético reduzido

A indústria brasileira vem se destacando no mercado internacional de celulose e ocupa, hoje, o segundo lugar no ranking mundial de produtores de celulose, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O segmento de papel e celulose registra progressivo aumento da capacidade produtiva, impulsionado pelos avanços tecnológicos e as constantes mudanças no perfil do consumidor e seu comportamento. Nos últimos dois anos, especialmente, a demanda por produtos oriundos da celulose, como os papéis tissue (papéis utilizados para higiene pessoal, limpeza doméstica e hospitalar) foi ampliada. 

A conscientização pelos protocolos de higienização pessoal e do lar, motivada pelas medidas protetivas da pandemia, bem como o aumento dos deliveries de comida e compras on-line em e-commerce consumiram papel em níveis nunca antes vistos. Para suprir a crescente demanda, os principais fabricantes de celulose e papel com instalações em solo brasileiro têm investido em projetos de expansão com o apoio da Valmet. Estima-se que a América do Sul aumente sua capacidade produtiva em 35% até 2030”,

explica o gerente de vendas na divisão de tissue da companhia finlandesa, Sérgio Vargas

Segundo dados da Fastmarkets Risi, principal provedora global de dados dos mercados de commodities e da indústria de base florestal, o Brasil é o maior produtor e consumidor de papel tissue na América Latina com uma produção estimada em 1,5 milhão de toneladas por ano. É importante destacar, ainda, que há considerável correlação entre o consumo de papéis tissue e alguns fatores como processo de urbanização, aumento do padrão de consumo dos brasileiros, decorrente do maior poder de compra. Ou seja, pode-se afirmar que esse mercado é volátil e sofre impactos econômicos, políticos e sanitários. 

Busca por produtos de maior valor agregado tende a crescer no Brasil

Segundo dados do Euromonitor, o varejo sofreu forte impacto pela pandemia e registrou crescimento de 9% no consumo de tissue. O crescimento, porém, ficou aquém do esperado em razão dos efeitos econômicos, oriundos da crise sanitária, que afetaram a capacidade de compra dos brasileiros. Para fins comparativos, o consumo per capita de papel tissue pelo brasileiro é de 6,5 kg, ao passo que o Chile consome em torno de 15 kg por ano por habitante e os EUA atingem o marco de 24 kg, anualmente, por habitante. 

Todavia, é notável a curva ascendente na demanda por papéis tissue premium, como são conhecidos. “Já podemos notar uma migração do papel higiênico de folha dupla para a folha tripla na Colômbia e Brasil, causada pelo reaquecimento da economia e consequente aumento do poder aquisitivo das pessoas”. A empresa global de informação, dados e medição Nielsen confirma esse movimento migratório: os produtos de folha tripla na categoria de papel higiênico saíram de uma participação de 2,6% em 2018 para 3,5% no ano seguinte e alcançaram 4,3% em 2020. Os tradicionais papéis de folha dupla representavam 66,5% da categoria há três anos, passaram para 69,3% em 2019 e para 70,5% no ano seguinte.

O percentual de consumo em higiene pessoal, doméstica e itens de beleza, conhecidos como produtos de consumo de massa, também registra crescimento e já corresponde a uma parcela significativa de lucro das indústrias e produtores de tissue. Segundo relatório global Omnichannel da Kantar, os consumidores, de forma geral, já têm adotado hábitos pré-pandêmicos, ampliando seu poder de compra. A empresa britânica de pesquisa de mercado, estima um crescimento de 6,5% em valor de consumo pelos brasileiros. 

Atenta às tendências, Valmet investe no bom desempenho do mercado de tissue 

A líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, Valmet, investe anualmente mais de € 80 milhões em pesquisas e desenvolvimento. A multinacional conta com um centro de tecnologia com uma máquina piloto para desenvolvimento de novos produtos próprios e de clientes, além da maior quantidade de máquinas Tissue instaladas no mundo.

“O foco do setor de P&D é desenvolver produtos para aumento de produção e eficiência, redução do consumo de matéria-prima, água e energia e utilização de materiais renováveis. Os últimos desenvolvimentos como a prensa ViscoNip, caixa Redry, turbina Returne, tecnologias de máquinas NTT, QRT e eTAD foram concebidos focando na redução de consumo energético, água e fibras e ainda na melhoria da qualidade do produto final. Também investimos no desenvolvimento de aplicações de internet industrial e em aquisições para ampliar nosso portfólio com as máquinas convencionais da linha Intelli”, explica Sérgio. Nos últimos anos, a Valmet participou dos principais projetos de tissue no Brasil e em outros países latinoamericanos em empresas como Softys, Kymberly Clark e FPC fornecendo soluções para a produção desde o papel convencional ao premium.

 

Sobre a Valmet

A Valmet é uma desenvolvedora e fornecedora líder global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Com soluções de automação e de controle de fluxo, a Valmet atende uma base ainda mais ampla de indústrias de processo, visando ser campeã global no atendimento dos seus clientes. Com mais de 17 mil profissionais, a Valmet conta com mais de 220 anos de história industrial e tem como missão converter recursos renováveis em resultados sustentáveis. Em 2022, a empresa Neles Corporation foi incorporada pela Valmet. A Valmet América do Sul opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, Antofagasta e Santiago, no Chile.. Mais informações: www.valmet.com.br.